Em resposta às críticas sobre campanha de jeans, Sweeney afirmou que não é 'uma pessoa odiosa', mas que não irá se posicionar politicamente
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Meses após se envolver na campanha polêmica da American Eagle – que lhe rendeu o infeliz apelido de “Barbie MAGA” – Sydney Sweeney voltou a abordar o assunto em entrevista à Cosmopolitan. “Definitivamente não é confortável ouvir pessoas dizendo o que você acredita ou pensa, especialmente quando isso não coincide com o que você pensa”, refletiu a atriz (via NME).
A propaganda da marca de vestuário, intitulada “Sydney Sweeney Has Great Jeans” (em tradução livre, “Sydney Sweeney Tem Ótimos Jeans”), foi criticada por fazer um trocadilho com a palavra jeans e genes, que no inglês tem pronúncia semelhante. No vídeo, a atriz diz: “Genes são passados de pais para filhos, muitas vezes determinando características como cor do cabelo, personalidade e até cor dos olhos. Meus ‘jeans’ são azuis.”
Internautas apontaram o viés supremacista e racista da fala de Sweeney, por implicar que aqueles que não são brancos, loiros e de olhos azuis como ela, teriam “bad genes” (genes ruins).
Diversas figuras proeminentes, incluindoDonald Trump e seu vice, JD Vance, defenderam publicamente a campanha. “Agora eu adoro o comercial dela. Se Sydney Sweeney é uma republicana registrada, acho o comercial fantástico”, disse o presidente dos EUA.
Em comentário recente, Sweeney afirmou que “não é uma pessoa odiosa”. “Tem sido estranho ter que lidar com tudo isso e digerir, porque não sou eu. Nada disso me representa. E estou tendo que assistir a tudo acontecer. Estou online e vejo as coisas, mas estou me afastando aos poucos. Definitivamente chegou a um nível em que não é saudável para mim digerir tudo isso”, disse.
Questionada sobre o apelido “Barbie MAGA [Make America Great Again]”, que viralizou nas redes sociais, a atriz não deu uma resposta direta. “Nunca estive aqui para falar de política. Sempre estive aqui para fazer arte, então essa não é uma conversa na qual eu queira estar no centro. E acho que, por causa disso, as pessoas querem ir ainda mais longe e me usar como peão”, declarou. “Mas é alguém me atribuindo algo, e eu não posso controlar isso.”
A revista perguntou por que Sweeney não corrige acusações falsas, ao que ela respondeu: “Se eu disser: ‘Isso não é verdade’, eles vão me atacar dizendo: ‘Você só está dizendo isso para se promover’. Não tem jeito de ganhar. Nunca tem jeito de ganhar”.
“Eu só tenho que continuar sendo quem eu sou, porque eu sei quem eu sou. Não posso obrigar todo mundo a me amar. Eu sei o que defendo”, continuou.
Ela reiterou que não deseja falar com fãs sobre suas crenças políticas, pois se tornou atriz para “contar histórias”, mas enfatizou que não “acredita no ódio em nenhuma forma”. “Acredito que todos devemos nos amar, respeitar e compreender uns aos outros”, acrescentou.
Após protagonizar o fracasso de bilheteria Christy em novembro de 2o25, Sweeney alcançou excelente desempenho nas bilheterias com o suspense A Empregada, que estrela ao lado de Amanda Seyfried.
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